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FANTASIA

Quando eu tinha 19 anos, morava com meus pais na cidade de Campinas (interior de São Paulo), era o ano de 2003. Naquele ano meu papai chamou um pintor que já tinha trabalhado para ele, pintando a delegacia onde meu pai era delegado! O moço se chamava Carlos e era bem jovem não tinha vinte anos ? branco, esguio, não era bonito, mas era muito simpático e prestativo. Depois eu descobri outros atributos dele.rnNesta época eu ia para o colégio de manhã e chegava em casa por volta das 19 horas, tomava um banho, almoçava, via um pouco de TV e quando a Tata (nossa empregada, na verdade quem me criou) ia embora eu voltava a estudar, fazer os deveres de casa! Também jogava videogame e via muito, muito, muito filme pornô. Tinha uma coleção enorme da qual meu papai sabia apenas sobre os filmes heterossexuais, claro.rnCarlos, começou a trabalhar em casa em uma terça-feira, e segundo a previsão entregaria tudo pronto em três semanas. Papai gostava de dizer que ele era muito competente e cumpria os prazos e os orçamentos...rnNo começo ele não me incomodou muito pois começou pela parte externa, depois para os anexos e somente na ultima semana, quando já tínhamos feito uma certa amizade é que ele começou a pintura interna de casa. Mesmo assim meu quarto foi um dos últimos! Infelizmente pois se soubesse como seria eu teria pedido para ele começar pelo meu quarto.rnNo dia que Carlos arrastou meu guarda-roupas para pintar a parede minha coleção de filmes pornô caiu no chão, como eram muitos não tinha a menor chance de disfarçar, o jeito foi fingir que estava tudo natural e fazer algumas piadas sobre isso:rn- Puxa vida! Você achou meu tesouro secreto. Brinquei com ele.rn- Nossa, quanto filme você tem, eu também tenho um monte em casa. Falando isso ele começou a olhar um por um, e eu comecei a ficar cada vez mais apreensivo. Não demorou para ele perceber que vários eram de gays fazendo todo o tipo de sexo!rn- Ué, você gosta de filme de viado?rn- Gosto também! Respondi.rn- Mas você é viado?rn- Sou! Respondi na lata. Ele ficou de queixo caído.rn- Mas você não dá muita pinta, que tipo de viado você é?rn- Do tipo que papai não sabe, alias ninguém do bairro sabe!rn- Ah! Você tá brincando né, é piada?rn- Não, adoro vestir as roupinhas da mamãe e desde meus 19 aninhos brinco com meu bumbum.rn- Caramba! Eu não imaginava.rn- Pois é! Eu adoro me montar de putinha, quer ver um dia?rn- Não, eu não quero ver nada. Deus me livre se seu pai sabe disso to ferrado.rnNesta hora eu percebi que não era impossível e que podia usar o medo dele do meu pai para conseguir tudo que quisesse. Os dias foram passando e eu comecei a provocá-lo. Certo dia o chamei em meu quarto agora pintadinho de novo e mostrei a cena de um filme gay que estava vendo: um cara cavalgava um pau enorme, levantando a bunda até quase escapar aquele pau enorme do seu cuzinho e sentava com tudo até o saco do cara. Ele fez isso umas quatro vezes e o cara tirou aquele pau enorme esguichando porra pra todo lado... A cena era deixar até impotente de pau duro!rnCarlos olhou aquilo com interesse, afinal ele tinha pouco mais de 19 anos os hormônios ainda pulavam dentro dele. Vendo o seu interesse eu perguntei: Gostou da cena?rn- O cara come o cú como se fosse uma buceta!rn- Quando eu brinco com meu cuzinho é assim! Se você deixar eu te mostro. Ele já demorou um pouco pra responder, mas saiu balançando a cabeça que não. Eu sentia que estava muito práximo. No dia seguinte repeti a estratégia, sá que desta vez eu estava com uma mini calcinha, enfiada no rego, deitadinha de bruços. Quando Carlos atendeu meu chamado e abriu a porta, seus olhos ignoraram a cena do filme que estava rolando e se fixaram no meu bumbum, branquinho, depilado, e arrebitado. Pronto já tinha ganhado o cara.rn- Você é viado mesmo né! Você depila a bunda?rn- Claro, pra ela ficar bem gostosa, passa a mão pra você ver!rn- Para com isso, se seu pai sabe disso você toma uma surra e eu to ferrado pro resto da vida.rn-Se ele saber que você me viu de calcinha você já tá fudido. Se eu fosse você aproveitava, fodia gostoso essa bunda, eu nunca contarei nada! Agora se você me deixar na fissura eu posso inventar um monte de coisa... Carlos deu um tapa no meu bumbum, e disse: rn-Além de viado é uma puta, você jurou que quer me dar esse cú né. Dizendo isso ele começou alisar meu bumbum e depois apertar, eu já fui direto alisando seu pau por cima da calça mesmo. Quando eu senti que não tinha mais volta sentei na cama e intimei: rn-Vamos Carlos, vamos dar a foda das nossas vidas! Carlos ficou de pé e tirou a camiseta, enquanto isso eu abri a sua calça e a abaixei, junto com ela foi a cueca, revelando o pau dos meus sonhos: fino, comprido e duríssimo.rn- A seu filho da puta, olha isso aqui (eu dizia isso enquanto abaixava o pau dele e soltava. O pau voltava para cima e batia com força na barriga que chegava a fazer barulho) e você ainda dizia que não queria me fuder.rnDepois disso cai de boca, era cumprido e eu não consegui engolir tudo de jeito nenhum. Mas tentar era super excitante pois fazia bastante babo e eu adoro chupar assim. Enquanto eu dava aquele trato no pau dele, ele continuava a amassar meu bumbum como se fosse uma massa de pão, de vez em quando dava uns tapinhas ardidos que me excitavam mais ainda.rnDe repente senti um dedo molhado forçando meu cuzinho e logo senti ele ser enterrado até o fim, dei um gritinho, e empinei o bumbum mais ainda. Ficamos nessa brincadeira por uns 19 a 20 minutos, até que ele parou, e se afastou um pouco e deu uma respirada. Senti que ele fez aquilo para não gozar na minha boca, e eu achei super legal, pois era sinal de que ele queria aproveitar muito a foda. Nesse intervalo ele acabou de tirar a calça e a cueca, que ainda estavam, arreadas no seu tornozelo. Deixei ele deitar na cama ao meu lado, eu ainda de quadro, e de novo comecei a chupar aquele pau. Imediatamente seus dedos procuraram meu cuzinho e desta vez ele enterrou dois ? delicia, eu estava arrepiado de tesão e comecei a rebolar e a gemer. No clímax do tesão eu tirava o pau da boca e batia com ele na minha cara, na minha língua de fora e voltava a engolir tudo que podia, tirava de novo e colocava a bola na boca sugando forte esticando o saco dele, até escapar da minha boca e fazer aquele barulho. Quando eu fazia isso e de sacanagem mexia os dedos dentro do meu cú.rnDe novo ficamos nessa putaria por uns 19 minutos e então chegou a grande hora de guardar aquele mastro dentro do meu bumbum, que a estas horas estas bem dilatado e piscando.rnCarlos se levantou e ficou na beira da cama, eu me ajoelhei sobre a cama mas bem na beira de maneira que meus pés ficaram fora, apoiei o ombro esquerdo e o rosto no colchão, para livrar minhas mãos e assim torcido eu podia olhar para ele. Ele chegou por trás de mim com o pau parecendo uma coluna, em pé e duríssimo, bateu com ele em todo meu bumbum ? quase gozei de tesão. Depois encostou a cabeça do pau na entrada do meu rabinho e começou a forças, como já estava meio seco não estava muito fácil. Aproveitando que minhas mãos estavam livres molhei meus dedos com minha saliva e lubrifiquei meu rabinho, pequei no pau dele e guiei aquele ?vergalhão? pra dentro de mim até sentir o saco dele junto ao meu. Quando meu bumbum engoliu todo o pau dele pude vê-lo mordendo os lábios, a cena deve tê-lo deixado louco. Comecei então eu mesmo com um vai e vem devagar, deixava ele quase escapar de mim e engolia tudo de novo com meu rabinho, quando estava todo dentro eu dava uma rebolada. Não foram muitas vezes até ele segurar forte no meu quadril e começar a estocar com força, parecia que a muito tempo não fodia ninguém. Relaxei e aproveite! Com as minhas mãos livres eu abria meu bumbum pra tornar a cena mais excitante para ele. Quando eu pensei em parar para que ele não gozasse ainda, senti ele saindo rápido de mim e depois vários esguichos de porra por todo o meu bumbum e costas acompanhados de ?quase que uns gritinhos? dele ? Tesão, tesão, tesão. Confesso que até hoje eu me masturbo lembrando disso. Essa foi a primeira vez que ele me pegou de jeito, antes do trabalho dele acabar em casa, fodemos mais duas vezes, uma ?meia boca? e outra maravilhosa, que conto num práximo OK.rnrn

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